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Chris Cornell temia manchar história do Soundgarden


13.jul.2012 - Kim Thayil e Chris Cornell durante show do Soundgarden no primeiro dia do Hard Rock Calling, no Hyde Park, em Londres
 
"King Animal", do Soundgarden, é o primeiro álbum de estúdio do grupo desde 1996, e o primeiro desde a reunião do grupo após 13 anos separados. Isso tudo é muito dramático para todo mundo, exceto para a própria banda, segundo o vocalista Chris Cornell. "Quando voltamos, decidimos fazer as coisas sem pressa. Queríamos descobrir a amplitude do que quiséssemos fazer", explica Cornell, falando por telefone de sua casa em Seattle, nos Estados Unidos. 
 
Mas não demorou muito para que eles também começassem a incluir na agenda tudo o que uma banda de tantos anos pode fazer. "Começou com uma coletânea, e alguns shows para divulgá-la, e então surgiu a ideia de compor novo material e gravar um álbum. E tudo isso foi sem esforço, natural, e fluiu como se realmente não tivéssemos feito uma longa pausa. Voltamos em sincronia", admite Cornell.

A sensação pode ser essa internamente, mas para o restante do mundo a volta do quarteto foi algo de peso. Na vanguarda da chamada cena grunge de Seattle desde sua formação em 1984, o grupo --que tirou seu nome de uma escultura de tubos de metal no Parque Magnuson de Seattle-- vendeu 22,5 milhões de álbuns em todo o mundo, com três de seus cinco álbuns de estúdio recebendo disco de platina ou mais nos Estados Unidos.

"Superunknown" (1994) recebeu cinco discos de platina e ficou em 1º lugar entre os mais vendidos na parada da Billboard, além de ganhar prêmios Grammy por duas de suas canções: "Spoonman" (melhor performance em metal) e "Black Hole Sun" (melhor performance em hard rock).

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