ALYSSA BUSTAMANTE - Curiosidade pelo mal OS VÍDEOS MAIS BIZARROS DA INTERNET 5 CRIANÇAS DO SHOW DE HORRORES A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL

Taylor Momsen quer 'brasileiras bonitas' em shows

Quando alguma cantora começa a falar que vem ao Brasil em busca de interação com os fãs, o mais indicado é desconfiar do discurso. Mas a loirinha Taylor Michel Momsen, de 19 anos, tem crédito. A cantora e atriz americana se expõe bastante nas letras que escreve desde os 12 anos, mas é no palco que ela parte para o corpo a corpo (literal) com seu público. Foi assim no show em Buenos Aires no último domingo (29)

Ela puxou uma fã seminua para o palco e a abraçou, aparentemente com toda a força de seus bracinhos finos. No Brasil, fica difícil prever o que vai acontecer nas três apresentações que sua banda The Pretty Reckless fará por aqui, a partir desta sexta-feira (3). "Quando eu penso no Brasil, penso em brasileiras bonitas e em shows incríveis", resume Taylor por telefone, em entrevista.

 Hoje com seu tempo dedicado ao rock e às turnês, Taylor Momsen já foi vista em filmes como "O Grinch" (2000). Sim, ela era a garotinha loira do longa natalino estrelado por Jim Carrey. Ela esteve também em "Paranoid park" (2007), de Gus Van Sant, e encarnou a Jenny do seriado adolescente "Gossip Girl", seu último grande papel. "Eu não sinto falta de atuar, de estar em sets. Eu amo tanto fazer shows e finalmente estou fora daquele ritmo de gravações. Não quero mais ficar só gravando. Quero tocar ao vivo, visitar a América do Sul, ir a lugares que não conheço", diz Taylor. "Eu gosto de estar em uma banda. Nunca pensei em atuar, foi algo que aconteceu."

Ao definir o som do Pretty Reckless, rotula o grupo surgido em 2009 como uma "banda de rock simples". "Há elementos diferentes na nossa música. As canções têm dinâminas que não se repetem. Tentamos variar bastante", explica a cantora. O grupo tem apenas um álbum, "Light me up" (2010), e os EPs "The Pretty Reckless" (2010) e "Hit Me Like a Man", posto nas lojas em março deste ano. "Eu era bem novinha quando escrevi minhas primeiras músicas. Venho escrevendo já faz tempo e sinto que elas vêm melhorando."
O tempo de carreira é curto, mas já fez com que a cantora pudesse conhecer alguns de seus ídolos da infância. Abrir shows de Marilyn Manson, conta ela, foi um dos pontos altos até agora. "Ele é um ótimo cara. Sou fã dos discos, dos shows. Quando você conhece melhor, percebe que ele é um cara normal. Mas temos fãs bem diferentes e o show dele é mais pesado", avisa.

 Outro moço que já fez Taylor cantarolar em seu quarto é o guitarrista e cantor Jack White. "O primeiro show que eu fui de uma grande banda foi o do White Stripes", recorda. "A energia era incrível. Eu sou uma grande fã, pena que separaram." Além do rock produzido nos Estados Unidos, Taylor elege também artistas britânicos entre seus preferidos, de Beatles a Oasis. "Já conheci o Liam Gallagher, toquei em alguns festivais com ele. Ele é um cara 'cool' e um grande rockstar. Eu sou fã do Liam e do Noel juntos. Então, fiquei triste [quando o Oasis acabou] e gostaria que voltassem. Tenho certeza que eles voltarão", arrisca. O fim de bandas queridas como Oasis e White Stripes, porém, não faz com que a garota pense em uma carreira solo. "Eu quero manter a banda, mas também ter tempo para me dedicar a projetos paralelos. Isso seria o ideal", ressalta.