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Sisters of Mercy fará show neste sábado em São Paulo

Sisters of Mercy, no show que fez no Brasil, em 2009 "Que maravilha!", se empolgou Andrew Eldritch, 52, ao saber que faz sol em São Paulo nos últimos dias.

"O frio tem me entediado", confessou o vocalista conhecido pelas roupas sempre escuras e a voz gutural, líder do Sisters of Mercy, uma das mais importantes bandas inglesas de rock underground dos anos 1980.

Dos dois shows anteriores que fez no país, em 1990 e 2009, Eldritch diz lembrar quase nada. "Todo palco é igual, muita fumaça e barulho",
confessa. "Mas eu lembro das pessoas, da comida. Gosto muito do Brasil."

Pioneira em experimentações eletrônicas, a banda ainda cultiva fãs mundo afora com seu espólio de apenas três discos em quase 30 anos de carreira.

O último deles, "Vision Thing", foi lançado em 1990.

No show, além de músicas como "Crash and Burn", "Summer" e "More", a banda toca canções inéditas, que, segundo Eldritch, não devem ser lançadas em disco.

"Gravar e lançar álbuns é muito cansativo. Eu não tenho saco para negociar com gravadoras nem lojas virtuais. Sem contar que ter músicas que só tocamos no show faz de cada concerto uma experiência única", diz Eldritch em um arroubo de vaidade.

Ele é o único remanescente da formação original. A respeito do assunto, diz que prefere a convivência com os novos músicos.

"São pessoas escolhidas para tocar comigo por suas qualidades e porque amam as músicas da banda, não é somente por amizade."

A respeito do nome do grupo, cuja lenda recorrente diz que vem de um verso do cantor canadense Leonard Cohen, Eldritch desmente com uma anedota: "escolhemos 'Sisters of Mercy' em um sorteio num pub em Leeds [Reino Unido]. Estávamos bêbados, pelo que eu lembro", diz rindo.

SISTERS OF MERCY
QUANDO 10/3, às 22h
ONDE Via Funchal (r. Funchal, 65, Vila Olímpia, tel. 0/xx/11/3044-2727)
QUANTO De R$ 120 a R$ 220
CLASSIFICAÇÃO 12 anos

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