ALYSSA BUSTAMANTE - Curiosidade pelo mal OS VÍDEOS MAIS BIZARROS DA INTERNET 5 CRIANÇAS DO SHOW DE HORRORES A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL

Kazebre, inferno e etc entre preferidas de bandas


Quais as casas de shows paulistanas as bandas mais gostam de tocar? Abaixo, confira as respostas de Badauí (CPM 22),  Digão (Raimundos), Egypcio (Tihuana), João e Supla (Brothers of Brazil), Pitty, Rodrigo (Dead Fish) e Rodrigo Ogi.

Badauí, vocalista do CPM 22
"Eu gosto bastante do Hangar 110 (centro), porque essa casa e a banda têm muita história em comum de show memoráveis. Das maiores, gosto da Via Funchal, porque tem palco baixo, som muito bom e a pista é em "escadinha", o que facilita para quem é baixinho como eu."

Digão, vocalista do Raimundos
"A minha casa preferida infelizmente foi fechada no final de julho: o Kazebre Rock Bar. Das grandes casas, gosto da Via Funchal, e, das menores, o Beco e o Inferno (centro)."

Egypcio, vocalista do Tihuana
"Com certeza o Kazebre (zona leste). Ali fizemos shows inesquecíveis, inclusive o do nosso DVD comemorativo aos primeiros dez anos de carreira. É uma casa total do rock, aí tem o lance de ficar cara a cara com a galera, vira literalmente uma "panela de pressão."

João e Supla, da dupla Brothers of Brazil
"O Auditório Ibirapuera (zona sul) nos remete a lembranças incríveis. Além de já termos assistido a vários shows sensacionais no espaço, está localizado dentro do parque Ibirapuera, que proporciona diversas opções de lazer. O teatro é super bonito, com uma acústica ótima, e a distribuição dos assentos proporciona boa visibilidade do palco de todos os pontos. O teatro Sesi (centro) também é um dos lugares que mais gostamos de tocar. A infra-estrutura é ótima, com acústica, palco e auditório impecáveis, além de ser lindo. Ele é localizado na avenida Paulista, rodeado de espaços interessantes a serem visitados. Outro aspecto importante é que no teatro Sesi os ingressos costumam ter preços populares, possibilitando o acesso à cultura a todos."

Pitty
"São tantas, depende. Via Funchal (zona oeste) e Citibank (zona sul) para shows maiores. Studio SP, Beco e Clash (centro) para underground."

Rodrigo Lima, vocalista do Dead Fish
"Pra mim a mais tradicional é o Hangar 110 (centro), porque praticamente escrevemos metade da nossa história ali dentro. Sempre fomos muito bem recebidos, e o Alemão [dono do local] é o cara mais ético e sério deste meio, o que faz toda a diferença. Inferno (centro) não tem o melhor som, nem a melhor 'infra' do mundo, mas é do lado da minha antiga casa, sempre encontro os amigos, tem 'cerva' gelada --não das mais caras--, garotas bonitas e shows inesquecíveis de várias bandas. Clash, gosto da infra da casa, tudo muito bem acabado e certinho. Gosto também dos valores dos ingressos dos shows em que fui --sempre mais em conta do que a maioria das casas deste gênero. Entre as grandes, gosto da Via Funchal (zona oeste) porque é muito organizada, tem uma pista perfeita pra ver de qualquer ângulo e, normalmente, o som está perfeito. Vi um Social Distortion lá que foi histórico."

Rodrigo Ogi, rapper
"Em São Paulo, os lugares em que mais gosto de me apresentar são: Sesc, Studio SP e Clash Club (centro), por conta da qualidade dos equipamentos de som. A qualidade do som é um dos elementos que mais importam no meu show, já que levo comigo apenas um DJ e não conto com uma banda para auxiliar improvisando com instrumentos. Nos meus shows uso apenas voz e bases das músicas com scratchs produzidos pelo DJ."




Nenhum comentário:

Postar um comentário